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setembro

J. K. Rowling, HARRY POTTER

Uma de minhas escritoras favoritas é, sem sombra de dúvidas, a autora britânica J. K. Rowling. Os livros dela não poderiam ficar de fora da minha biblioteca.

Acompanhei toda a saga HARRY POTTER. A cada livro “devorado”, eu ansiava pelo próximo exemplar. Conheci Harry, Rony e Hermione. Estudei na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Visitei as casas da Grifinória, Corvinal, Lufa-Lufa e Sonserina. Comi feijõezinhos de todos os sabores. Joguei quadribol. Aprendi feitiços. Conjurei patronos.

J. K. Rowling apresentou-me um mundo novo. Passei a admirá-la por sua genial criatividade e a tenho como inspiração para também criar o meu próprio universo.

E você, querido leitor? Também é “pottermaníaco” como eu?

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Processo Criativo

Vou contar um pouco de como foi o meu processo criativo para escrever Scamonis. Bem… Scamonis é o meu primeiro livro e, para ser sincera, minha primeira experiência com a “escrita criativa”. Sempre me considerei uma boa leitora, mas descobri um prazer imensurável em criar minhas próprias histórias. Primeiro decidi que seria um livro de fantasia. Imaginei como o livro iria começar e como iria terminar, só não sabia o que estava no meio, o que levaria a minha personagem a chegar ao final desejado. Certa vez, li em algum lugar que o ideal é fazer um roteiro da história e ir desenvolvendo. Tentei fazer dessa forma, mas foi uma catástrofe! Não seguia nada do script e acabei seguindo mesmo foi a minha intuição… Até porque os meus personagens não me obedeciam (eu juro!). Era como se a história tivesse vida própria, como se os personagens tivessem vontade própria e eu tinha que respeitar, mesmo contra a minha vontade, a personalidade de cada um deles. A criação dos personagens também foi feita de uma forma muito “orgânica”. À medida que eu ia escrevendo, eles simplesmente iam surgindo e, dessa forma, fui construindo todo o enredo.

No início, foi bem difícil criar uma rotina, uma meta diária. Eu ficava me perguntando: quantas páginas o meu livro vai ter? Quantos capítulos? Quantas folhas por capítulo? Não tinha a menor ideia! Foi durante o processo de escrita que comecei a entender o meu ritmo e a responder a todas essas perguntas. Por também ter outra profissão, precisava usar os turnos da noite, feriados e finais de semana para escrever. Sim, eu escrevia TODOS OS DIAS! Era preciso estar intimamente conectada com a trama para que eu pudesse dar asas a minha imaginação. Perdi as contas da quantidade de vezes que li ou reescrevi o meu livro. A reescrita é algo essencial para que você alcance seu livro ideal… Ele nunca será perfeito, mas fiz o possível para torná-lo especial (ao menos para mim). Assim, espero que ele se torne especial para você também, querido leitor.

Às vezes me pergunto como nunca fiz isso antes, ser escritora, pois sinto que escrever faz parte de mim, é libertador. E a resposta é sempre a mesma: tudo acontece no tempo certo! Eu precisava de toda uma preparação, experiências e amadurecimento para chegar até aqui. Que bom que esse dia chegou! Costumo dizer que o livro me transformou e me mostrou que nada é impossível quando o desejo é verdadeiro. Não vejo a hora de poder compartilhar com vocês esse livro feito com tanto amor e dedicação.

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Antoine de Saint-Exupéry, O PEQUENO PRÍNCIPE

“As pessoas grandes não compreendem nada sozinhas, e é cansativo, para as crianças, ficar toda hora explicando…”.

“Quando a gente anda sempre em frente não pode mesmo ir longe…”.

“Deveria tê-la julgado por seus atos, não pelas palavras”.

“Existe uma flor… eu creio que ela me cativou…”.

“Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

 “É preciso proteger a chama com cuidado: um simples sopro pode apagá-la!”.

“É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas”.

Livro de criança? Doce engano! O PEQUENO PRÍNCIPE do francês Antoine de Saint-Exupéry é uma leitura para todas as gerações. A história nos conta sobre a amizade entre um piloto frustrado e um principezinho. Quando criança, o piloto queria ser pintor, mas as pessoas grandes não compreendiam os seus desenhos de jiboias fechadas ou abertas. Já o principezinho vivia no asteroide B 612 na companhia de três vulcões, sendo um deles inativo, e de uma rosa vaidosa e cheia de personalidade. Cansado dos caprichos de sua flor, o Pequeno Príncipe viaja, conhecendo outros lugares, em busca de um amigo. De forma única, o livro retrata a perda da inocência de quando nós, adultos, crescemos, e passamos a não mais dar valor ao que é importante: criar laços, cativar, olhar para dentro de si. Num mundo cheio de “imediatismos”, esquecemos que o que torna as pessoas importantes é o tempo que investimos nelas e que somos responsáveis por quem cativamos.

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